terça-feira, 31 de maio de 2016

Viagem Técnica - São Paulo


     Nessa primeira VT fora de Piracicaba, fomos até a capital do estado, São Paulo. Foi a primeira VT que fomos com o ônibus LD (low drive) que é um ônibus maior e mais espaçoso, tanto para os passageiros quanto para as bagagens. Como essa VT tinha a duração de dois dias, aumentou as funções técnicas, fazendo com que todos os alunos tivessem funções a exercer.

   Houve alguns problemas onde mudou todo o roteiro de uma maneira drástica e de última hora. O principal problema foi com o Hotel, onde os menores de idade não tinham autorização dos pais para dormirem fora, e o hotel estava requisitando essas autorizações, ou seja, tivemos que voltar pra Piracicaba no sábado e retornar para São Paulo no domingo, alterando também a questão da janta e do by night (função a qual um dos integrantes desse blog exerceu).

     Mas tirando esses imprevistos que vão acontecer na vida de um Guia, tudo ocorreu bem e de forma eficiente por todos os alunos.
A VT foi fantástica, pois São Paulo nos reserva pontos maravilhosos, e um dos destaques de lá foi o Museu Afro, onde ficamos encantados com todos os monumentos e obras de matrizes africanas.

    Fomos almoçar no mercado municipal, e comemos o famoso sanduíche de mortadela. Fomos conduzidos pelos docentes Fabrício Medeiros e José Gotardo.

Esses são os pontos que visitamos em São Paulo:

·        Edificio Martinelli
·        Centro Cultural Banco do Brasil
·        Pateo do Collegio
·        Solar da Marquesa de Santos
·        Mercado Municipal de São Paulo
·        Rua 25 de Março
·        Mosteiro São Bento
·        Edifico Altino Arantes
·        Bovespa
·        Praça da Sé
·        Bairro da Liberdade
·        Parque Ibirapuera/Monumento dos Bandeirantes/Museu Afro
·        Praça da Republica
·        Theatro Municipal de São Paulo
·        Galeria do Rock
·        Memorial da Resistência
·        Pinacoteca
·        Museu da Língua Portuguesa
·        Estação da Luz
·        Masp

Bairro da Liberdade (Mario)

    O ponto que fiquei responsável nessa viagem foi o Bairro da Liberdade, mas fizemos uma visitação panorâmica, ou seja, não descemos do ônibus para visitar o ponto, então tive que apresentar dentro do ônibus, e particularmente não gosto de falar dos atrativos dentro do ônibus, pois muitas vezes os passageiros não prestam atenção na fala do guia, apenas os mais interessados prestaram atenção na história do bairro. Conheça um pouco abaixo sobre o Bairro da Liberdade:

    Até o início do século passado era apenas um bairro como todos os outros que circundam a região do centro, mas com o decorrer dos anos tornou-se o reduto da maior colônia nipônica fora do Japão. A Liberdade é atualmente um dos principais pontos de visita daqueles que vêm à capital.

    A imigração dos japoneses para o Brasil começou em 1908, com a chegada do navio Kasatu Maru no porto de Santos. O início da caracterização da Liberdade como bairro típico do país oriental se deu no ano de 1912, quando os primeiros visitantes começaram a se fixar na Rua Conde de Sarzedas. Antes disso, aqueles que decidiam trocar a Ásia pelo Brasil se direcionavam principalmente para o interior do estado de São Paulo.

Comemoração do ano novo chinês na feira da Liberdade.
Fonte: http://blog.buscaonibus.com.br/como-aproveitar-sao-paulo-de-um-jeito-diferente/
     Com o passar do tempo, esses “desbravadores” foram se habituando ao local e as atividades comerciais à moda japonesa passaram a surgir ali. O resultado de décadas dessa influência é o que pode ser observado hoje: a Liberdade é um pedaço do Japão na maior metrópole da América do Sul. Calcula-se que cerca de 400 mil japoneses e descendentes morem hoje na capital.

     O turista mais atento pode perceber que imigrantes de outros países do oriente também são encontrados com frequência na região. Mas a despeito disso, o bairro ainda concentra manifestações culturais nipônicas. Muitos falam o idioma materno e várias fachadas são escritas com ideogramas japoneses.

     Entre as atrações do local estão restaurantes e docerias típicos, além de lojas e livrarias com artigos daquele país. Outras particularidades que atraem os visitantes são a arquitetura peculiar do bairro, as tradicionais lanternas japonesas que enfeitam a maior parte das ruas da região e os grandes pórticos (tóri) situados na Rua Galvão Bueno. Destaque também para o Templo Busshinji (tel.: 11 3208-4515), representante da comunidade zen-budista de tradição Soto Shu, que fica na Rua São Joaquim e pode ser visitado. Semanalmente, às quartas e aos sábados, há meditação dirigida especialmente aos iniciantes. Para o passeio ser completo, o turista ainda deve conhecer a feira de artesanato, que acontece aos finais de semana na Praça da Liberdade, junto à saída da estação do Metrô de mesmo nome. O local também abriga eventos tradicionais como o Tanabata Matsuri (Festa das Estrelas), que acontece em julho.
                                                     Vídeo mostrando o bairro da liberdade
     A minha função técnica desta VT foi o by night, eu planejei em fazê-lo na piscina do Hotel, mas com o problema que tivemos, fomos para um rodízio de pizza na cidade de Americana, onde no mesmo lugar tinha um videokê, ou seja, unimos o by night com o jantar e todos os passageiros ficaram satisfeitos. Para isso o docente José nos ajudou a achar esse lugar para que não houvesse mais nenhum tipo de imprevisto ou problema.

Mosteiro São Bento (Leandro)

O Mosteiro de São Bento é um símbolo importante para a cidade de São Paulo. Com mais de 400 anos de História, o Mosteiro sempre teve grande influência na cidade. Vale lembrar a própria localização em que foi construído o cenóbio beneditino. O local era a Taba do Cacique Tibiriçá. Foi doado pela Câmara de São Paulo em 1600 aos monges. Segundo o documento de doação das terras, guardado no arquivo do Mosteiro, o local era “o mais importante e melhor, depois do colégio”. Com o crescimento da Vila ainda no Século XVII, Fernão Dias Paes Leme, o “Governador das Esmeraldas”, ampliou a igreja e melhorou as dependências do Mosteiro.
Anos depois, com a aclamação popular de Amador Bueno – um importante personagem da vila paulistana – como Rei em São Paulo, este recorre aos monges beneditinos, a fim de acalmar a população – interessante episódio histórico que assinala o primeiro grito de independência em terras do Brasil. Evitando aqueles que queriam fazê-lo rei apressadamente, rumou em direção ao templo onde refugiou-se. Os paulistas seguem ao seu encalço gritando: “Viva Amador Bueno, nosso Rei!”, ao que ele replicou muitas vezes: “Viva o Senhor D. João IV nosso Rei e Senhor, pelo qual darei a vida!”. Para que Amador Bueno não perdesse sua vida por não aceitar tal aclamação, o Abade e a Comunidade Monástica acalmaram os ânimos do povo. Amador Bueno estava então a salvo.
Mosteiro de São Bento
Fonte: http://mosteiro.org.br/visita-virtual/
Nessa Viagem minha função técnica foi a recreação na volta, estava um pouco nervoso e por se tratar da volta me sentia muito casado e também sabia que alguns amigos também estavam cansados, portanto resolvi fazer algumas dinâmicas mais tranquilas.
Comecei com uma brincadeira com que as pessoas receiam perguntas mas  podiam saber qual eram elas, mas tinham que formular uma resposta mesmo sem saber qual a questão, essa brincadeira deu resultados bem legais e rimos muito com algumas respostas dadas.
Após essa dinâmica decidi por fazer uma corrida com barbantes qual um parceiro dava um nó e o outro tirava e tentávamos ver quem era o primeiro a conseguir passar por todos seus amigos.

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